Não é de hoje que usar perucas faz sucesso. Na idade média, era mais comum usar uma peruca do que mostrar seus cabelos. Reis como Luís XV e rainhas como Maria Antonieta, juízes e advogados eram adeptos do acessório na época.

Hoje, as perucas ganharam novas adequações: vão da necessidade ao artigo de luxo, já que podem ser usadas por pessoas que sofrem de algumas doenças, como queda de cabelo, ou, simplesmente, por mulheres que desejam ousar na produção.

As perucas podem ser feitas com fios sintéticos ou naturais. A segunda opção é feita com cabelos bem-selecionados, normalmente, que são doados ou vendidos por crianças, homens e mulheres. Inclusive, em algumas lojas ou salões há processo seletivo para escolher fios, por isso quem deseja comercializar as madeixas precisa cuidar muito bem delas.

Feitas em diversos países, as perucas sintéticas são feitas com fios diversos, que vão desde o nylon ao PVC. Quanto ao tipo elas variam, e tem para todos os gostos, problemas e facilidades. Podem ser temporárias ou definitivas. As perucas temporárias podem ser retiradas a qualquer momento, é somente um encaixe. Elas são indicadas para quem faz quimioterapia ou para quem deseja inovar, precisa ter cabelo para usá-las.

Entre as mais comuns estão os apliques, as de riscas de silicone, que imitam o couro cabeludo e as feitas na máquina com a técnica de monofilamento, essas são feitas em uma tela transparente transpirável para dar aspecto natural à cabeça. Já as perucas definitivas, são fixadas com cola especial para pele: são as próteses, ou colocadas a vácuo e é indicada para quem não tem cabelo.

E ainda são uma excelente opção para aquelas que gostam de ousar sempre, porém, sem danificar os cabelos naturais. O que está esperando? Invista em uma de seu agrado e “força na peruca” minha amiga…